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Sua empresa é do futuro? Saiba como transformá-la em uma!

Entenda quem são as empresas que estão a frente da sua época e já são referência em inovação, produtividade e resultados, saiba o que elas possuem em comum e se a sua empresa é uma, se ainda não for, mostraremos nesse artigo o que é preciso fazer para chegar lá.

Quando falamos em empresas disruptivas e do futuro, precisamos entender todo o contexto. Em uma era digital, onde as transformações são constantes e o obsoleto chega com muita rapidez, o foco das empresas é: gerar valor para o seu público! Isso mesmo, trabalhar em produtos e serviços escalonáveis, acompanhando as mudanças, comportamentos, mercado e tendências.

Vamos fazer um teste? Abra o seu celular, isso mesmo, tire um segundo para destravar o seu mobile e olhar rapidamente quais são os seus aplicativos instalados, responda mentalmente: quantos estavam na sua vida 7 anos atrás? Aliás, não vamos longe não, muitos não existiam até o ano passado e hoje são indispensáveis para a sua comodidade e produtividade.

Existem ainda aquelas empresas que sempre fizeram parte do nosso cotidiano, tradicionais, saiamos de casa para adquirir um produto ou serviço deles e hoje? Continuam vivíssimas, estão na palma da nossa mão, ou do notebook. Esses são casos de visionários, que, mesmo com seu DNA tradicional, se juntaram a outras grandes empresas ou mesmo sozinhas, desbravaram e foram com tudo descobrir novos caminhos.

Listamos abaixo 3 passos que ilustram esse artigo e demonstram as diferenças entre empresas fadadas ao fim, as estagnadas e aquelas que já estão no futuro, mas antes, leia todo esse artigo com uma pergunta em mente e não se esqueça dela:

Qual o Propósito da sua empresa?

No final, você entenderá o por que da pergunta acima. 

1° passo para ser uma empresa do futuro: não seja uma empresa do passado!!! cuidado com a zona de conforto.

A primeira coisa a absorver sobre modelos de negócio inovadores, visionárias, inteligentes e do futuro é que para eles, não existe ZONA DE CONFORTO.

Quantas empresas eram referência em seus segmentos e deixaram de existir? Ou mesmo, perderam mercado e hoje estão na base da pirâmide do seu segmento? O Clássico, estudado e sempre comentado caso da Kodak é relevante nessa discussão.

Relevante não significa “modelo a ser seguido”, muito pelo contrário, aqui, a relevância é sobre o que não fazer com a sua empresa. 

A Kodak é uma empresa que oficialmente nasceu em 1888 com o slogan “Você aperta o botão, a gente faz o resto”, até então uma marca vinculada a um produto só, a câmera. Com o passar dos anos, a empresa se transformou em uma GIGANTE do mercado, impactando inclusive a indústria do cinema, um de seus filmes fotográficos era utilizado por Thomas Edison.

A Kodak tem uma linha do tempo poderosa, passou pelos cassetes, polaroids… mas teve no digital a sua sentença. Ao contrário do que muitos pensam, a empresa não ignorou a tendência do digital, em 75 lançaram a primeira câmera digital, que pesava quase 4kg e usava fita cassete para guardar as 30 fotos possíveis.

Steve Sasson with Camera - Sua empresa é do futuro? Saiba como transformá-la em uma!
Steven Sasson (engenheiro da Kodak) segurando o primeiro modelo digital da empresa

Steven Sasson, engenheiro que criou a primeira câmera digital para a Kodak, seguiu com a sua criação para um modelo mais moderno, com cartão de memória, uma evolução para a época. E aí você, caro leitor, pergunta: Então, qual foi o erro da Kodak se eles acompanharam a tendência do digital?

Quando o modelo inovador com cartão de memória foi apresentado às lideranças da empresa, o projeto foi barrado e silenciado. Com medo de abrir o mercado, a estratégia da Kodak era controlar toda a cadeia de produtos que envolvia fotografia, ou seja, você comprava a câmera, o filme e revelava em uma loja Kodak e o ganho maior estava nos 2 últimos processos, se limitaram a pensar nos ganhos a curto prazo. 

“Só nos Estados Unidos, em 1976, a Kodak vendia 85% das câmeras e 90% dos filmes. Mais de 50% do mercado global nessa época.

Até 97 a empresa se manteve no topo, atingiu o seu maior valor de mercado. Chegou os anos 00 e é hora de colher o resultado das decisões de anos atrás que ignoravam a tendência de mercado. As câmeras digitais já eram realidade e trabalhadas pelos concorrentes, elas ultrapassaram as vendas dos modelos tradicionais, acabando assim com uma era, mesmo com o seu modelo digital, tardiamente lançado, a empresa não conseguiu segurar o desmonte da estrutura de serviços e a força dos concorrentes. A falência veio em 2012 com o pedido de concordata, após “perderem” patentes de praticamente todos os produtos ligados a fotografia.

E hoje? A marca conseguiu investimento, concentra a sua modesta atuação em outras áreas como digitalização de documentos e scanner, focada em imagem. Os smartphones dominam o mercado, empresas tradicionais do segmento como Sony, Fujifilm, Canon e Nikon conseguiram se reinventar na velocidade que o mercado pediu e permaneceram aí até hoje.  

Grandes lições deste tópico: 

  • Reinvente o seu modelo de negócio;
  • Analise os ambientes; 
  • Perceba tendências;
  • Saia da Zona de Conforto;
  • Não tenha medo de arriscar;
  • Não subestime a concorrência;
  • Não subestime a sua capacidade de se reinventar. 

2° passo: Entenda que empresas são pessoas

O caso anterior da Kodak deixou claro a falha na hora de revolucionar o modelo de negócio, muito pautada na alta gestão. Vamos então para o tópico PESSOAS, sim, nós, seres humanos e tomadores de decisões.

Empresas do futuro apostam em capital humano com alta capacidade estratégica e poder de adaptação. A relação intelectual será o diferencial e em um universo que já considera a tecnologia e suas automações baseadas em inteligência artificial uma necessidade, a busca seres humanos que explorem as suas capacidades criativas e visionárias é uma realidade.

Portanto, o desafio para as empresas é criar um ambiente de trabalho cada vez mais convidativo, acolhedor e disruptivo para recepcionar perfis que vão ser o motor para conduzir a transformação do negócio.

Existem pesquisas que afirmam que em ambientes onde o perfil das pessoas é diversificado, há 50% menos conflitos e 80% mais alcance de metas e resultados.

Ainda dentro do perfil do colaborador, existe a cultura da empresa, hoje muito difundida por fintechs e tecnologia no geral. A importância de se criar uma cultura organizacional coerente com as ambições da empresa, onde todos se sintam parte de um objetivo maior.

Um erro muito grande é acreditar que a busca por resultados extraordinários está ligado a cobrança severa e extrema, rigidez em processos e inflexibilidade. Na verdade, é o oposto, quanto mais orgânico for a construção da cultura organizacional, menor a cobrança e maior a produtividade. Parece sonho mas é entender que nas empresas do futuro, pessoas cumprindo tarefas contra a vontade e ansiosas para bater o ponto não é o objetivo e sim funcionários engajados e inseridos no propósito, que buscam construir junto a empresa.

Empresas do futuro, valorizam o capital humano e o seu potencial, valorizar nesse caso é proporcionar desafios motivadores, ambiente inspirador e um propósito maior.

O que levar daqui: 

  • Capital humano importa
  • Crie uma cultura organizacional coerente e alinhada com o propósito
  • O perfil da equipe precisa pairar entre os termos “criatividade, engajamento e transformadora”

3° passo: Supere os seus tabus com a tecnologia, ela é o fio condutor.

Importante falar sobre tecnologia, tema que ou é ignorado ou tratado superficialmente por quem ainda está preso ao passado. Quando falamos sobre empresas do futuro e tecnologias condutoras, podemos citar Blockchain, Realidade aumentada, Internet das coisas … e uma infinidade de opções, aqui vamos nos ater a Inteligência Artificial e Robôs, que vem em uma crescente avassaladoras dentro dos modelos disruptivos e com certeza precisamos falar sobre. 

A Inteligência Artificial e como ela leva as empresas direto ao futuro

Com subcamadas, o foco é no desenvolvimento de programas autodidatas, algoritmos de software que executam tarefas que normalmente requerem o maior potencial de inteligência humana, utilizando o campo visual, voz, tomada de decisão e traduções.

Hoje empresas já utilizam a AI em formato de robôs executando atividades digitais, essas tarefas podem transitar em níveis de complexidade e o principal, poupam energia humana para o que realmente importa, ou seja, os foco dos colaboradores mudam para atividades com valor agregado e onde o seu intelecto pode ser melhor utilizado, enquanto a inteligência artificial executa de forma rápida, constante e inteligente.

Para as empresas isso se traduz em menor custo, redução quase total de falhas e retrabalho, maior consistência dos fluxos, poder de entrega, otimização de equipes e mais resultados.

Qual é o meu propósito?

Voltando ao início do artigo, o que de fato difere empresas que pensam diferente e vão mais longe, é o PROPÓSITO. Sim, Missão, Visão e Valores são termos bem difundidos e que se tornaram clichês, pior que isso, meras frases inspiradoras mas que de fato não inspiram ninguém dentro ou fora da instituição. O pensamento ainda é restrito ao produto e serviço oferecido, perdendo assim a razão de existência pela qual tudo é realizado. Quando o propósito não é definido, o que se vê são empresas em crise existencial, com resultados que não condizem com o seu tamanho, potencial ou entrega.

Mas por que isso acontece? A transformação do poder do consumidor! Nos últimos anos o prefixo super foi adicionado a esse cara e ele não é mais um público alvo, é ele quem manda, e ele vai escolher quem possui uma plataforma de valores em comum.

Se espelhe na Amazon

A Amazon é obcecada pela satisfação do seu cliente, e esse é o seu propósito. Ela está sempre um passo à frente quando se trata em entrega de produtos, comodidade e novos serviços. Hoje a Amazon Prime é o principal concorrente do Netflix, e essa abertura de mercado para o streaming pode ser uma transição de alguns produtos ofertados no seu marketplace. Jeff Bezos, o líder e criador da Amazon já disse: 

  • Trabalhe com equipes de confiança
  • Enxergue além do momento 
  • Foco total no cliente
  • Primeiro posicione a sua marca 
  • Baseie o seu plano de ações em fatores invariáveis
  • Inove, inove e inove
  • Sempre pense a longo prazo

E agora? 

Descubra o seu propósito, ele irá conduzir às transformações necessárias para que de forma orgânica e com muito trabalho, a sua empresa esteja a frente. 

Agora que você já sabe o que é necessário para começar essa transformação e se tornar uma empresa do futuro, assine a nossa Newsletter e receba com exclusividade conteúdos que te ajudarão no planejamento estratégico, avaliação das tecnologias adequadas ao seu segmento e ferramentas indispensáveis nesse processo.

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